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25 de Junho de 2018
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    Sabá Reis volta criticar governo por não convocar concursados do Corpo de Bombeiros

    Em pronunciamento nesta quarta-feira (13), no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o deputado Sabá Reis (PR) disse aos aprovados no concurso de 2009 do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBAM) para a área médica, que estiveram na Casa, para não desistirem de lutar pelas suas respectivas convocações.

    O parlamentar lembrou que o prazo final da homologação do concurso para os cargos de 2º Tenente/Enfermeiro, 3º Sargento/Auxiliar de Saúde (Técnico em Enfermagem) e Cabo/Auxiliar de Saúde, acabou em 2014. A partir daquele momento os concursados ingressaram com vários pedidos na justiça. O processo foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a nomeação dos candidatos.

    Sabá Reis destacou que mesmo a Justiça determinando seu cumprimento, o governo não atendeu ao pedido. “O Amazonino está tentando se manter no poder quando deveria estar se programando para realizar a convocação”, disse o deputado, ressaltando que o governo está usando mau o dinheiro do Estado.

    Sabá Reis lembrou que no dia 22 de março recebeu a comissão de concursados e na ocasião fez um expediente direcionado ao governador para que se dignasse a recebê-los. “Ele não deu nenhuma resposta, apesar dos deputados da base do governo na Aleam fazer um expediente pedindo que ele atendesse os concursados”, disse, ressaltando que vai dar entrada em novo expediente até esta quinta-feira,14.

    “Vou apelar ao Rudolph Giuliani, que já recebeu R$ 1,7 milhão para fazer um relatório para o governo dizendo aquilo que cada um de vocês poderia ter dito sem cobrar nada, que coloque no próximo relatório que o Amazonino precisa atender os concursados”, ironizou deputado.

    Transporte

    Outra solicitação feita pelo deputado, por meio de expediente da Casa Legislativa, foi ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) para que faça uma investigação para verificar o motivo do governador Amazonino Mendes (PDT) ter desfeito o contrato de uma empresa de trans porte escolar e ter dado para outra. Porém, voltou atrás e contratou novamente a que ele tirou porque a que ele beneficiou não tinha condições de fazer o transporte escolar. “A mesma coisa fez com quem transporta a logística da Secretaria de Estado da educação (Seduc)”, concluiu.

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